segunda-feira, novembro 24, 2008

O amor é quando um mora no outro.

Mario Quintana

quinta-feira, novembro 20, 2008

AA

Qualquer curva de qualquer destino que desfaça o curso de qualquer certeza, né Arnaldo.

terça-feira, novembro 18, 2008

Pra semre até quando?

Muitas vezes o "pra sempre" não dura tanto quanto duram nossa teimosia e nosso receio de mudar... O filme Pão e Tulipas conta a história de uma dona de casa que viaja de excursão com a família mas é esquecida pelo ônibus num restaurante de beira de estrada. Então ela aproveita a oportunidade para "tirar férias" da vida que levava: pega uma carona, vai pra Veneza e começa a excursionar sozinha por uma nova vida. Ao sair do cinema, me lembrei de uma passagem do livro Ela É Carioca, de Ruy Castro. Lá pelas tantas, ele conta que determinada mulher havia viajado muito e freqüentado todas as festas, até que casou, teve três filhos e por pouco não se aquietou. "Se ela se distraísse, acabaria sendo "feliz para sempre". Ser feliz para sempre é o final que todos nós sonhamos para nossa história pessoal. A personagem de Pão e Tulipas estava sendo feliz pra sempre, até que descobriu que a felicidade muda de significado várias vezes durante o percurso de uma vida. Ninguém sabe direito o que é felicidade, mas definitivamente, não é acomodação. Acomodar-se é o mesmo que fazer uma longa viagem no piloto automático. Muito seguro, mas que causa aborrecimento. É preciso um pouquinho de turbulência para a gente acordar e sentir alguma coisa, nem que seja medo. Tem muita gente que se distrai e é feliz pra sempre, sem conhecer as delícias de ser feliz por uns meses, depois infeliz por uns dias, felicíssimo por uns instantes, em outros instantes achar que ficou maluco, então ser feliz de novo em Fevereiro e Março, e em Abril questionar tudo o que se fez, aí em Agosto ser feliz porque uma ousadia deu certo, e infeliz porque durou pouco, e assim sentir-se realmente vivo porque cada dia passa a ser um único dia, e não mais um dia. Eu não gosto de montanha-russa, o brinquedo, mas gosto de montanha-russa, a vida. Isso porque creio possuir um certo grau de responsabilidade que me permite saber até que altura posso ir e que tipo de tombo posso levar sem me machucar demasiadamente: alto demais não vou, mas ficar no chão o tempo inteiro não fico. Viver não é seguro. Viver não é fácil. E não pode ser monótono. Mesmo fazendo escolhas aparentemente definitivas, ainda assim podemos excursionar por dentro de nós mesmos e descobrir lugares desabitados que nunca colocamos os pés, nem mesmo em imaginação. E estando lá, rever nossas escolhas e recalcular a duração de "pra sempre". Muitas vezes o "prá sempre" não dura tanto quanto duram nossa teimosia e nosso receio de mudar.

Martha Medeiro

Hoje dói tudo.

Dos pés a cabeça, da alma ao chão.

sábado, novembro 15, 2008

Vinícius de Morais

A vida é a arte do encontro, embora haja tanto desencontro pela vida. É preciso encontrar as coisas certas da vida, para que ela tenha o sentido que se deseja. Assim, a escolha de uma profissão também é a arte do encontro, porque a vida só adquire vida, quando a gente empresta a nossa vida, para o resto da vida.

quinta-feira, novembro 13, 2008

Perto de ser quem é.

Não sou boa com números. Com frases-feitas. E com morais de história. Gosto do que me tira o fôlego. Venero o improvável. Almejo o quase impossível. Meu coração é livre, mesmo amando tanto. Tenho um ritmo que me complica. Uma vontade que não passa. Uma palavra que nunca dorme. Quer um bom desafio? Experimente gostar de mim. Não sou fácil. Não coleciono inimigos. Quase nunca estou pra ninguém. Mudo de humor conforme a lua. Me irrito fácil. Me desinteresso à toa. Tenho o desassossego dentro da bolsa. E um par de asas que nunca deixo. Às vezes, quando é tarde da noite, eu viajo. E - sem saber - busco respostas que não encontro aqui. Ontem, eu perdi um sonho. E acordei chorando, logo eu que adoro sorrir... Mas não tem nada, não. Bonito mesmo é essa coisa da vida: um dia, quando menos se espera, a gente se supera. E chega mais perto de ser quem - na verdade - a gente é.

Fernanda Mello

quarta-feira, novembro 12, 2008

segunda-feira, novembro 10, 2008

Why do we like to hurt so much?

Oh, why do we like to hurt so much?

Paramore

domingo, novembro 09, 2008

É isso.

terça-feira, novembro 04, 2008

Haja hoje para tanto ontem.

Paulo Leminski

Li e gostei!